sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Domingo...!


Domingo...!

Sinto seu coração bater quando
Encosto minha cabeça em seu peito
E me sinto vivo quando perco
As contas dos batimentos.
Me sinto feliz e me vejo completo
Sem lágrimas, sem dor.
Com você arrisco criticas e aplausos
Somos um só doa aquém doer...
Sou vicio porque já não consigo
Viver sem seu sorriso, seu ar.
Sou silencio, mas o desejo é de gritar...
E se não grito ao menos posso sonhar
E se sonho faço planos, que só te contarei
Quando for domingo quando te sentir na ponta dos
Meus pés, junto ao meu corpo porque domingo
Prefiro calar e o resto vira reticência
Exclamação que vira paciência,
Talvez ciência Já não sei explicar...

Nicolas César

Relatividade


Relatividade 

Sou o que sou e posso até ser mais,
Mas tudo vai depender da relatividade,
Te dou risos quando sou piada,
Sou frio quando estar quente
E se estiver quente, coloco água no café
Na medida certa pra não queimar seus
Lábios... meus lábios...
Aposto na sua presença
Quando a solidão ousa a aproveitar-se
Da minha vida,
simplesmente te amo
E não sei como parar...
Porque simplesmente
Não quero que pare.

Meu Dever... Meu Direito


Meu Dever... Meu Direito

 Pra te fazer sorrir Me vejo no dever de te dar
Longos e apertados beijos e abraços,
Mas que te deixe respirando,
Fazendo seu coração bater Como as ondas do mar que
Bate nas pedras da praia.
Sinto-me no dever de enlouquecer
O tempo, perguntando se falta.
Muito para chegar o fim de semana.
Pra te fazer sorrir
Vejo-me no dever de soletrar
Vários “eu te amo” em seu ouvido
Toda vez que seus olhos quiserem
Me dar uma boa noite.
E no meu direito...
Eu só quero que me ame.

Apelido



Apelido


Desabo em preocupação, saudades e
Emoção quando não posso te sentir.
Vejo-me em um novo mundo
Onde sonhos e planos tem o mesmo apelido.
Que no final da tarde corro pra esquina
Feliz como um menino pra te ver chegar...
Feliz como um menino pra te poder contar...
Mas antes de tudo te encho de beijinhos,
Abraços e carinho do tamanho do infinito
E digo que é segredo que pra todo mundo
Você pode contar.
Te amo, mas chega mas pertinho,
                                         E começa assim...!

                                                                        


                                          Nicolas César